Sozinha, porque sim

Eu meio que abandonei aqui de novo, eu sei, mas de verdade, é por falta de assunto. Tenho preguiça desses blogs que só postam resenha de produto, e o BloodyMarii tava virando isso. Não, não e não.
Apesar d'eu fazer esse blog mais pra mim do que pra qualquer outra pessoa, eu sempre me preocupo dele ser agradável pra uma grande parcela. Que agrade a mim, mas por que não agradar a você também?

Eu tenho um vídeo gravado, mas não sei onde editar, inclusive aceito sugestões de editores bons e gratuitos. É vídeo-resenha de livro, até tentei fazer um tutorial de maquiagem até perceber que isso não é pra mim.



Fora que essa época é a que eu menos gosto. Fico chata e meio deprimente por causa do meu aniversário que tá próximo, fico me perguntando se sou mesmo um fracasso de pessoa, pego uma bronca maravilhosa de todos os meus amigos, me sinto a pessoa mais sozinha do mundo e depois isso passa e eu me sinto uma babaca por ter todos esse pensamentos.

Aliás, eu sou sozinha, sim. E eu gosto, apesar de amar a companhia de algumas pessoas e não conseguir pensar na minha vida sem elas, não dá pra ignorar o prazer que sinto de ficar só eu e eu. Já me disseram que isso é culpa da lua em virgem no meu mapa astral (post que farei em breve, desde que fiz o meu me sinto uma pessoa melhor), e que é uma coisa boa, do tipo que eu me basto pra ser feliz. E assim, eu me faço feliz, eu me amo (não é feio se amar não, viu? eu acho essencial), eu gosto das minhas manias que não conto pra ninguém, gosto de ficar na minha e dos meus rituais. Mas tem horas que é bem agradável quando alguém se preocupa. É bom ser fundamental na vida de alguém, e essa semana me questionei muito sobre isso.

Fiquei pensando se meus amigos pensam isso de mim, se sou tão fundamental assim. Alguns só vieram me procurar antes de eu viajar, há meses atrás, pra garantir suvenir. Hoje, nem sinal. Alguns só procuram mesmo quando tá com problemas, e eu sou até que paciente pra ouvir e legal pra ajudar. Alguns é só quando todos o ouros amigos já tem compromisso, aí vão ver a última da lista, que sou eu (nunca aceito, eu sinto quando vocês fazem isso). E tem aqueles que não precisam fazer contato 24 horas por dia, porque você sabe que eles estão lá, sempre vão estar (essa é a maioria dos meus amigos, e eu não tô reclamando). Daí comecei a pensar que meu guarda-roupas precisava de uma arrumação, que eu deveria organizar meus mini-sonhos e ver qual deles tinha peso o suficiente pra se tornar sonho-chefe, que eu tinha que marcar consulta médica, que eu tenho que comprar caixinhas, que eu tenho que arrumar um gaveteiro. E depois dessa viagem toda, eu concluí que eu sou fundamental pra mim, e se outras pessoas não acharem, azar o deles.

Sue Heck: uma pessoa que se ama, no matter what
Besos :)

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