Resenha do iDos! - Green Day (Parte 2 de 3)

Já fiz resenha do iUno!, a primeira parte da trilogia do Green Day, e agora, tem resenha do iDos!. Sei que demorei um pouco pra fazer, mas...deu preguiça. Mas aqui estou eu, então vamos analisar mais uma obra prima dessa banda maravilhosa.


See You Tonight é quem nos introduz ao CD. É uma baladinha só voz e violão, lembra muito qualquer música presenta na trilha sonora do filme Juno. É uma letra bem simples, e eu prevejo o shows começando com ela, que é bem leve, e nos carrega até o peso de Fuck Time.
Originalmente 'It's Fuck Time', música da banda paralela dos integrantes, a Boxboro HotTubs, é ótima, e conjunta com a anterior, formam mais uma das duplas que o Green Day tanto gosta de fazer. É uma letra sem regras, uma melodia ótima e inédita pra banda. Eles queriam músicas sexy, e Fuck Time realmente atingiu esse objetivo. Até as guitarras ficam sensuais nessa música, acertaram em cheio.
Stop When The Red Lights Flash poderia ser uma música do Fallout Boy, devido ao título imenso, mas é Green Day. É ótima, com refrão simples e chiclete 'I'll make you surrender' repetido umas cem vezes, e é das boas de se cantar ao vivo (digo no meio da multidão, digo num show, digo GREEN DAY POR FAVOR CONFIRMA LOGO DATAS NO BRASIL). E tem algo que me agrada uivos de Billie. Já citei o quanto gosto dessas viajadas que o BJ dá.
Lazy Bones é uma música que eu queria poder carregar nas minhas veias. É extremamente banhada em The Strokes, lembrando muito Reptilia e Hard To Explain, mas a letra esfrega na nossa cara 'é Green Day sim, cala a boca'. A voz de Billie parece cansada, e eu adorei como soou bem com a música, com a letra. Ela não cansa, é ótima e dá pra escutar no repeat.


She...she's my Wild One. Música bem aprecida com Extraordinary Girl, do American Idiot. É a calminha que não queria ser calminha, tem uma letra que descreve uma garota, hmm, selvagenzinha. Sempre sabemos que, qualquer música que tenha uma 'she', é dedicada única e exclusivamente à Adrienne Nesser, a '80', a esposa do Billie. Fofura, não?! Gosto muito de Wild One, tem uma melodia doce, é amorzinho, bem diferente de Makeout Party! Reza a lenda (lenda = Billie pra Billboard), que a música foi realmente inspirada numa festa onde todo mundo começou a se pegar. A melodia é rápida, mais pesada e diferente do resto do CD. Assim como Fuck Time, é mais uma das 'músicas sexys'. Mesmo com uma letra que fala de pegação, azaração e um clima de volúpia no ar, consegue ser Green Day. É incrível como eles não perdem a identidade, nem em músicas que não são a praia deles. Aaah Green Day...
Stray Heart é a ÚNICA música que virou single, que teve clipe, tudo direitinho. É tão incrível que dá só quando ela acaba, daí você se sente na obrigação de voltar nela, ouvir de novo, e sem enjoar. É meio rockabilly, tem uma letra apaixonadinha de quem tá atrás e tá muito afim de conseguir, mesmo tendo um coração vadio. O clipe é GENIAL, e eu sugiro que você pare de ler esse post agora e vá tacar no YouTube 'Stray Heart' e apaixone-se. Ou clica aqui.

Ashley é gritadinha, é agitadinha, é corrida. Espero que um dia Hollywood saia desse bloqueio criativo e faça um filme com uma personagem Ashley, e essa seja a música tema dela. Acho que merece.
Baby Eyes é assassininha. Baby, ele nasceu pra matar. Me lembra Rusty James, do iUno!.
Lady Cobra foi uma das colaboradoras do álbum. Ela é uma rapper, loirinha, pequenininha, tatuadinha. E ganhou música só dela. Billie a descreve, e também descreve coisinhas que ela faz, que ela causa e etc. Dificilmente vão tocar isso em shows, assim, eu realmente espero que não toquem. É sempre assim, deixam de tocar uma boa pra tocar uma porcaria. Fujam à regra dessa vez, por favor.
Nightlife é um caso sério. É nela que Lady Cobra colabora. A primeira vez que eu ouvi, achei a coisa mais ridícula já feita por um banda em toda a história da música. Tipo É UM RAP. Rap com baixo do Mike Dirnt de fundo, mas tem uma coisa que eu adoro: melodia suja, das ruas. À primeira vista eu odiei a música, não conseguia ouvir inteira. Daí que fui ouvir de novo e, me apeguei. Não passo um dia sem ouvir e sei toda a parte da Lady Cobra, inclusive brinco de duetinho.
Wow! That's Loud começa natalina. Aliás, acho ela inteiramente natalina, fim de ano mesmo. Grandes chances de ir parar nos setlists, e acho bem-vinda. Adoro esse "and it goes" e um solinho. Faz a gente ficar que nem babaca fazendo o som com a boca. E alerto: perto do fim da música, há um momento apenas de instrumentos, ou seja, Billie vai mandar fazer 'ooooh ooooh', vai falar com a platéia, vai apalpar o Tré e vai enrolar. Mas quem liga?
Amy é homenagem, é póstuma, é linda, é pra Winehouse. É guitarra/voz, onde Billie fala que queria muito ser amiguinho dela. Se eu fosse uma Winehouse, abraçaria o Billie por isso. Assim que você ouvir, vai ser impossível assistir The Big Bang Theory sem lembrar da música. Toda vez que alguém chamar a Amy, mentalmente você vai falar "DON'T YOU GOOOOO". Mas vale a pena, a música é um amor.



Ainda falta a resenha do iTré!, que farei essa semana. 

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